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Mapeamento de retina

Olho humano
Imagem meramente ilustrativa (Banco de imagens: Shutterstock)

Entenda do que se trata esse exame oftalmológico de extrema importância para a saúde ocular

 O mapeamento de retina é um exame razoavelmente comum durante consultas ao oftalmologista. Embora este nome possa parecer um pouco intimidador, trata-se de um procedimento simples, mas muito importante no trato da saúde da retina.

O exame de mapeamento de retina é fundamental para que o médico possa fazer uma avaliação minuciosa e ampla do fundo do olho – ou retina, como é cientificamente chamada a região. Através desse exame, é possível realizar um diagnóstico preventivo de doenças que podem vir a afetar a visão do paciente.

Também chamado de fundoscopia ou exame de fundo de olho, o mapeamento da retina permite que o oftalmologista observe:

  • O gel do olho – ou humor vítreo;
  • O nervo óptico;
  • Os vasos sanguíneos;
  • O tecido do olho que capta as imagens.

Assim, é possível identificar possíveis alterações e indicar um tratamento oftalmológico, quando for o caso. Além do mais, o mapeamento de retina é um exame muito recomendado para bebês prematuros, com idade de até 32 semanas, ou com peso de até 1.500 gramas.

Nos casos dos recém-nascidos, o exame pode indicar a presença de retinopatia da prematuridade, um problema recorrente em crianças prematuras e que pode provocar danos irreparáveis se não for iniciado o tratamento imediato.

Mapeamento de retina: para que serve?

Resumidamente, o mapeamento de retina é recomendado para identificar as lesões e as alterações causadas por doenças oculares, tais como:

  • Falta de fluxo de sangue;
  • Intoxicação por medicamentos;
  • Deslocamento de retina;
  • Câncer;
  • Inflamações.

Além disso, o exame também detecta doenças sistêmicas que provocam danos oculares, como o diabetes, a hipertensão arterial, as patologias reumáticas, as neurológicas ou as doenças hepáticas.

O mapeamento de retina também pode ser feito sempre que um paciente apresenta alguma alteração na visão que não consegue ser solucionada através da utilização de óculos.

Embora a fundoscopia faça parte da rotina de exames oftalmológicos, o mapeamento de retina, por ter maior campo de observação, pode ser um instrumento para identificar problemas que estejam causando diminuição da visão, mesmo em pacientes que estejam utilizando óculos ou lentes de contato.

Mapeamento de retina: como é feito?

O mapeamento de retina é um procedimento indolor e que é feito durante a consulta com o oftalmologista. Ao realizá-lo, o médico faz uso de um aparelho denominado oftalmoscópio binocular indireto, além das lentes acessórias. Na sequência, o especialista projeta um feixe de luz no fundo do olho, o que permite uma visão geral por toda a região.

Através desta observação, o profissional poderá analisar as possíveis alterações e, quando necessário, solicitar outros exames, como a tomografia. Em outras situações, cabe ao médico indicar o melhor tratamento já após a realização do exame, como uma cirurgia para reposicionar o deslocamento de retina, ou receitar medicamentos para tratar de infecções.

Para poder conduzir o exame, o oftalmologista pode recomendar a dilatação da pupila, que é feita com aplicação de colírios ainda na consulta, um pouco antes da fundoscopia. Portanto, é recomendado que os pacientes levem um acompanhante ao consultório para poder voltar para casa, já que a vista fica turva, impossibilitando-os de dirigir, por exemplo.

Indicações para o exame

O mapeamento de retina deve ser feito por todas as pessoas como um exame preventivo. Essa metodologia é bastante eficaz na identificação precoce de problemas e doenças oculares, principalmente patologias que não apresentam sintomas no estágio inicial.

Além do mais, o mapeamento especialmente é necessário para:

  • Pessoas acima dos 50 anos;
  • Pacientes com miopia;
  • Portadores de doenças crônicas, tais como diabetes, hipertensão arterial ou problemas reumatológicos;
  • Crianças prematuras;
  • Pessoas que sofreram com traumas ou lesões na região dos olhos;
  • Pacientes que consomem remédios potencialmente tóxicos para a retina, como a hidroxicloroquina, isotretinoína, tamoxifeno ou clorpromazina;
  • Pacientes com histórico familiar de deslocamento da retina.

Com que frequência o exame deve ser realizado?

Em síntese, o mapeamento de retina deve ser renovado a depender da faixa etária do histórico de saúde geral e ocular do paciente. Apenas o oftalmologista é quem pode determinar, de maneira mais exata, qual é a periodicidade necessária para cada caso. O especialista também é quem deve indicar quando é preciso realizar o exame pela primeira vez.

A prevenção é o melhor remédio para qualquer doença. Portanto, essa informação faz com que o mapeamento de retina seja extremamente importante em exames de rotina. Sua periodicidade não apenas previne, mas diagnostica precocemente problemas que podem prejudicar sua visão, o que faz com que o tratamento médico seja mais facilmente bem-sucedido.

Todos os pacientes que desejam uma boa qualidade de vida devem cuidar atentamente da própria saúde oftalmológica. Antes de realizar a fundoscopia, leve todas as suas dúvidas ao consultório do especialista, de modo a entender como será feito o procedimento, quais os cuidados prévios e póstumos necessários e o que o exame pode detectar, de acordo com o seu quadro de saúde.

Quais cuidados prévios um paciente deve adotar?

Conforme já anteriormente mencionado, uma das mais importantes recomendações médicas para o paciente que precisa fazer um mapeamento de retina é ir ao consultório com um acompanhante quando for realizar o procedimento.

Como é fundamental dilatar a pupila através da aplicação de um colírio, o paciente examinado torna-se impossibilitado de dirigir ou mesmo caminhar sozinho logo em seguida, já que sua visão pode ser acometida por alterações temporárias, ficando turva ou balançada, em um período que pode variar de quatro a seis horas.

Embora essa recomendação seja fundamental, o mapeamento de retina é um exame consideravelmente simples e não exige um jejum prévio, por exemplo. Além do mais, sua duração é de apenas alguns minutos e o resultado sai instantaneamente, permitindo que o médico já possa dar o seu diagnóstico ou até mesmo indicar o tratamento – ou solicitar outros exames, quando for o caso.

Escolher um oftalmologista de sua inteira confiança é um ponto que merece ser reforçado, afinal, tratar da saúde dos próprios olhos é uma questão muito delicada para a grande maioria dos pacientes. Procure sempre saber da capacitação técnica e da experiência de seu médico com antecipação.

Entre em contato com o Oftalmologista Dr. Vinicius Vanzan para saber mais detalhes sobre o mapeamento de retina.

 

Fontes:

Sociedade Brasileira de Oftalmologia

Sociedade Brasileira de Oftalmologia Pediátrica

Dr. Vinicius Vanzan

Dr. Vinicius Vanzan

Oftalmologista
CRM: 52-96207-4
RQE: 36354


Formado em Medicina pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), mesma instituição em que fez sua especialização, o Dr. Vinicius Vanzan é um oftamologista especializado em retina que oferece atendimento clínico e cirúrgico para as principais alterações que afetam o olho humano.

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